Dia 24 de Maio, às 21h30
Casino Estoril - Salão Preto e Prata.
Ver mapa maior
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Contactos Associação CrescerSer

CrescerSer - Associação Portuguesa para o Direito dos Menores e da Família
A CrescerSER, Associação Portuguesa para o Direito de Menores e da Família (APDMF) é uma Instituição Particular de Solidariedade Social e tem como principais objectivos proceder ao estudo interdisciplinar das questões relativas à protecção jurídica e administrativa dos menores e da família; promover, dinamizar e organizar serviços comunitários de apoio à criança, ao jovem e à sociedade familiar, sendo o seu âmbito nacional; dinamizar formação especializada na área da protecção das crianças e jovens em perigo, junto de técnicos que exercem funções quer nas Comissões de Protecção, quer em equipamentos sociais destinados a esta problemática.
Na prossecução dos seus objectivos, a APDMF tem, presentemente, em funcionamento seis Centros de Acolhimento, encontrando-se em fase de instalação mais dois Centros de Acolhimento. Destinam-se a crianças e jovens privados do meio familiar, vítimas de violência ou provenientes de famílias cuja situação exija apoio transitório que permita a estabilização de vida e o futuro encaminhamento adequado das crianças.
Sede:
R. Costa do Castelo, Nº5 - R/C
1100-176 Lisboa
Tel:
21 880 06 10 / 18
21 888 01 06
FAX:
21 880 06 19
http://www.crescerser.org/
AMÉLIA BENTES/BÁRBARA GRIGGI com músca ao vivo de VITOR RUA
MAPACORPO (excerto e adaptação)
Direcção, coreografia: Amélia Bentes
Interpretação: Amélia Bentes e Barbara Griggi
Música ao vivo: Vitor Rua
Figurinos: Carlota Lagido
Luzes: Cristina Piedade
Na versão original este é um projecto finaciado pela Dgartes – Ministério da Cultura
Co-produção Centro Cultural de Belém
Produção executiva ACCCA, Companhia Clara Andermatt
Foto: Lia Rodrigues

Foto: Nuno Morais


Sinopse
“Mapacorpo” é um projecto de dança que se cruza com o desenho digital em tempo real e com a música ao vivo. Originalmente esta peça é toda dançada num quadrado no solo onde o desenho digital toma forma em comunicação com o movimento, para este evento fizemos uma adaptação, apresentando apenas alguns elementos do espectáculo.
É um dueto interpretado por Amélia Bentes e Barbara Griggi, dialogando com a música ao vivo de Vítor Rua.
“(…)dois corpos que se fundem num corpo duplo, alteridade de si mesmo – és tu o duplo de mim ou és o outro em que me projecto, com quem me interligo, fundo e de quem me separo? -, no seio de um círculo matricial unificador onde este corpo se liga e desliga mantendo-se conectado.” Ilda Teresa de Castro - artciencia.com
Amélia Bentes
Em paralelo à sua carreira de intérprete Amélia Bentes circula as suas coreografias desde 97, as quais contam com apoios do Ministério da Cultura. As suas recentes criações caracterizam-se pela fusão artística, em especial com as artes plásticas, vídeo e pintura. O seu trabalho tem sido apresentado na Holanda, Alemanha, França, Inglaterra, Itália, Espanha, Brasil e por todo Portugal.
Iniciou os seus estudos em Dança Moderna e Ballet com a prof. Fátima Piedade. Foi sua assistente em todos os espectáculos e produções no período entre 1980 e 1992.
Licenciatura na Escola Superior de Dança do Instituto Politécnico de Lisboa na área de espectáculo. E de momento é mestranda em Comunicação e Arte, na FCSH.
Diploma em dança e coreografia pelo European Dance Development Center – College of arts, Arnhem – Holanda – 1989 / 1992, tendo trabalhado com Steve Paxton, Lisa Nelson, Eva Karcza, Mary Fulkerson, Simone Forti, Sally Sommer, Pauline de Groot, Randy Warshaw/ Meg Stuart, Stephanie Skura, KJ Holmes, Yoshico Chuma, entre outros.
Da Experiência profissional destaca a Companhia, Amsterdam Dance Theatre, 1990 – Holanda. A Dance Alliance, 1991, dirigido por Mary Fulkerson. A companhia Paulo Ribeiro.
A Companhia Clara Andermatt, ACCCA como intérprete e assistente coreográfica em várias produções.
Recebeu três Prémios, ”Mar és”, 1ª coreografia, ganhou o 3º prémio nacional, inserido no programa “Novos valores da cultura”, 1988. “Ego skin” melhor coreografia de 2007, prémio concedido pela organização Guia dos teatros e “Cabeças no ar” melhor coreografia de 2007, prémio concedido pela organização Guia dos teatros.
Lecciona regularmente por todo Portugal e no estrangeiro, onde destaca a Artez em Arnhem na Holanda.
Lecciona assiduamente na Escola Superior de Dança como professora adjunta.
MAPACORPO é a sua mais recente criação.
Barbara Griggi

Barbara Griggi de origem italiana inicia os seus estudos de dança em Turim na escola da sua própria mãe Laura Trinchero, continuou a sua formação posteriormente na escola da companhia de dança “I Balletti di Susanna Egri”, onde veio a integrar o seu elenco artístico como bailarina principal.
A convite de Jorge Salavisa integra o Ballet Gulbenkian permanecendo nos últimos vinte anos desta companhia como bailarina principal e colaborando ainda durante este período com os directores artísticos Iracity Cardoso e Paulo Ribeiro.
Durante este período teve a oportunidade de trabalhar com os mais importantes nomes da dança Mundial no campo da criação como no campo do ensino o que lhe permitiu ser galardoada com prémios internacionais de grande prestígio. Ainda como bailarina convidada actuou nas mais prestigiadas companhias italianas como a companhia dirigida por Micha Von Hoech em Milão, Arena di Verona e Aterballetto.
Ainda, enquanto bailarina, iniciou a sua carreira como docente no Conservatório Nacional de Lisboa, Escola Superior de Dança e em escolas e estúdios de dança em Itália e Portugal tendo a oportunidade de trabalhar desde a educação infantil até ao mais alto nível profissional.
No campo da criação coreografou obras que actualmente integram ou integraram o repertório de instituições como Ballet Gulbenkian, Companhia Portuguesa de Bailado Contemporâneo, Lisboa Ballet Contemporâneo e EgriBianco Danza e Quórum Ballet. Ainda no campo profissional foi ensaiadora convidada no Ballet de Lorraine para a remontagem da peça de Paulo Ribeiro (Organic Beat).
Actualmente é professora na escola Superior de Dança e Fórum Dança nas disciplinas de dança Clássica e Estudos de Repertório e como interprete no projecto MAPACORPO com a bailarina e coreografa Amélia Bentes.
VÍTOR RUA
Iniciou-se na música no fim da década de 70 com algumas invenções melódicas que marcaram profundamente o “art rock” português.
Em 1980, funda o grupo Rock G.N.R. com Alexandre Soares. Em 1982, funda o duo Telectu com Jorge Lima Barreto onde se revela como um solista exponencial de guitarra. Colabora com grandes figuras internacionais da improvisação afirmando-se como experimentalista e poliartista.
É convidado a compor regularmente para dança, teatro, artes plásticas e cinema e a dirigir diversos workshops na área da música.
Direcção, coreografia: Amélia Bentes
Interpretação: Amélia Bentes e Barbara Griggi
Música ao vivo: Vitor Rua
Figurinos: Carlota Lagido
Luzes: Cristina Piedade
Na versão original este é um projecto finaciado pela Dgartes – Ministério da Cultura
Co-produção Centro Cultural de Belém
Produção executiva ACCCA, Companhia Clara Andermatt
Foto: Lia Rodrigues

Foto: Nuno Morais


Sinopse
“Mapacorpo” é um projecto de dança que se cruza com o desenho digital em tempo real e com a música ao vivo. Originalmente esta peça é toda dançada num quadrado no solo onde o desenho digital toma forma em comunicação com o movimento, para este evento fizemos uma adaptação, apresentando apenas alguns elementos do espectáculo.
É um dueto interpretado por Amélia Bentes e Barbara Griggi, dialogando com a música ao vivo de Vítor Rua.
“(…)dois corpos que se fundem num corpo duplo, alteridade de si mesmo – és tu o duplo de mim ou és o outro em que me projecto, com quem me interligo, fundo e de quem me separo? -, no seio de um círculo matricial unificador onde este corpo se liga e desliga mantendo-se conectado.” Ilda Teresa de Castro - artciencia.com
Amélia Bentes
Em paralelo à sua carreira de intérprete Amélia Bentes circula as suas coreografias desde 97, as quais contam com apoios do Ministério da Cultura. As suas recentes criações caracterizam-se pela fusão artística, em especial com as artes plásticas, vídeo e pintura. O seu trabalho tem sido apresentado na Holanda, Alemanha, França, Inglaterra, Itália, Espanha, Brasil e por todo Portugal.Iniciou os seus estudos em Dança Moderna e Ballet com a prof. Fátima Piedade. Foi sua assistente em todos os espectáculos e produções no período entre 1980 e 1992.
Licenciatura na Escola Superior de Dança do Instituto Politécnico de Lisboa na área de espectáculo. E de momento é mestranda em Comunicação e Arte, na FCSH.
Diploma em dança e coreografia pelo European Dance Development Center – College of arts, Arnhem – Holanda – 1989 / 1992, tendo trabalhado com Steve Paxton, Lisa Nelson, Eva Karcza, Mary Fulkerson, Simone Forti, Sally Sommer, Pauline de Groot, Randy Warshaw/ Meg Stuart, Stephanie Skura, KJ Holmes, Yoshico Chuma, entre outros.
Da Experiência profissional destaca a Companhia, Amsterdam Dance Theatre, 1990 – Holanda. A Dance Alliance, 1991, dirigido por Mary Fulkerson. A companhia Paulo Ribeiro.
A Companhia Clara Andermatt, ACCCA como intérprete e assistente coreográfica em várias produções.
Recebeu três Prémios, ”Mar és”, 1ª coreografia, ganhou o 3º prémio nacional, inserido no programa “Novos valores da cultura”, 1988. “Ego skin” melhor coreografia de 2007, prémio concedido pela organização Guia dos teatros e “Cabeças no ar” melhor coreografia de 2007, prémio concedido pela organização Guia dos teatros.
Lecciona regularmente por todo Portugal e no estrangeiro, onde destaca a Artez em Arnhem na Holanda.
Lecciona assiduamente na Escola Superior de Dança como professora adjunta.
MAPACORPO é a sua mais recente criação.
Barbara Griggi

Barbara Griggi de origem italiana inicia os seus estudos de dança em Turim na escola da sua própria mãe Laura Trinchero, continuou a sua formação posteriormente na escola da companhia de dança “I Balletti di Susanna Egri”, onde veio a integrar o seu elenco artístico como bailarina principal.
A convite de Jorge Salavisa integra o Ballet Gulbenkian permanecendo nos últimos vinte anos desta companhia como bailarina principal e colaborando ainda durante este período com os directores artísticos Iracity Cardoso e Paulo Ribeiro.
Durante este período teve a oportunidade de trabalhar com os mais importantes nomes da dança Mundial no campo da criação como no campo do ensino o que lhe permitiu ser galardoada com prémios internacionais de grande prestígio. Ainda como bailarina convidada actuou nas mais prestigiadas companhias italianas como a companhia dirigida por Micha Von Hoech em Milão, Arena di Verona e Aterballetto.
Ainda, enquanto bailarina, iniciou a sua carreira como docente no Conservatório Nacional de Lisboa, Escola Superior de Dança e em escolas e estúdios de dança em Itália e Portugal tendo a oportunidade de trabalhar desde a educação infantil até ao mais alto nível profissional.
No campo da criação coreografou obras que actualmente integram ou integraram o repertório de instituições como Ballet Gulbenkian, Companhia Portuguesa de Bailado Contemporâneo, Lisboa Ballet Contemporâneo e EgriBianco Danza e Quórum Ballet. Ainda no campo profissional foi ensaiadora convidada no Ballet de Lorraine para a remontagem da peça de Paulo Ribeiro (Organic Beat).
Actualmente é professora na escola Superior de Dança e Fórum Dança nas disciplinas de dança Clássica e Estudos de Repertório e como interprete no projecto MAPACORPO com a bailarina e coreografa Amélia Bentes.
VÍTOR RUA
Iniciou-se na música no fim da década de 70 com algumas invenções melódicas que marcaram profundamente o “art rock” português.Em 1980, funda o grupo Rock G.N.R. com Alexandre Soares. Em 1982, funda o duo Telectu com Jorge Lima Barreto onde se revela como um solista exponencial de guitarra. Colabora com grandes figuras internacionais da improvisação afirmando-se como experimentalista e poliartista.
É convidado a compor regularmente para dança, teatro, artes plásticas e cinema e a dirigir diversos workshops na área da música.
BENVINDO FONSECA com a participação do violoncelista HUGO e da harpista Ana Isabel Dias
BENVIDO FONSECA
Estudou no Conservatório Nacional de Lisboa, Escola da Fundação Gulbenkian, Nova
York, Londres e Par
is. Dançou no Grupo Sétima Posição, como Solista na Companhia de
Dança de Lisboa, como Solista no Ballet Gulbenkian – onde foi promovido a primeiro
bailarino, e onde trabalhou com Mats Ek, Jiri Kylian, Hans Van Manem, Orad Naharin, Itzik
Galili, Vasco Wallenkcamp, Olga Roriz, Paul Taylor, Christopher Bruce, Nacho Duato entre
outros. Foi Cofundador, Diretor Artístico e Coreógrafo do Lisboa Ballet Contemporâneo onde
coreografou “Uma Noite com Ella Fitzgerald”, “Callas”, “Mermurio”, “Onigen”, “Casa de
Bernarda Alba” e “Mar”, interpretada em concerto ao vivo pelo grupo Madredeus.
Coreografou também para o Teatro D. Maria I, O Bando e Teatro Experimental do Porto.
Coreografou para o Ballet Gulbenkian, Companhia de Bailado Contemporâneo,
Companhia de Dança de Almada, Companhia de Dança de Évora, para o Conservatório
Nacional, Escola Superior de Dança, Academia de Dança Clássica Pirmin Treku,
Stadttheater Hildesheim, Ópera de Berlim (Alemanha) e Companhia Nacional de Bailado.
Participou em Galas Internacionais em São Pantaleo, Madrid, Sevilha e Miami. Os seus
bailados foram dançados em Espanha, Itália, Alemanha, E.U.A., Cuba, Brasil, Grécia e
Polónia. Destaca o pas de deux “Povo que lavas no rio”, com a presença e voz de Amália
Rodrigues, na Mãe D'Água, Lisboa (1997), e o solo para “A Dança Árabe”, de
Tchaikovsky, acompanhado ao piano por Maria João Pires. Entre os vários prémios que
recebeu sobressaem “Jovens na Criatividade” da ONU (1993), tornando-se Embaixador
da Boa Vontade da organização; prémio de carreira atribuído pela Associação Primo-
Canto (2002); prémio de carreira atribuído pela Câmara Municipal de Oeiras e Revista
Dança (2009); prémio pelo projecto coreográfico “Ciranda”, atribuído pela Câmara
Municipal de Oeiras (2010).
O seus últimos trabalhos coreográficos foram “Edver” para a Companhia Portuguesa de
Bailado Contemporâneo e a participação conjunta com outros coreógrafos em “Uma
Coisa em Forma de Assim” para a Companhia Nacional de Bailado (2011).
Estudou no Conservatório Nacional de Lisboa, Escola da Fundação Gulbenkian, Nova
York, Londres e Par
is. Dançou no Grupo Sétima Posição, como Solista na Companhia deDança de Lisboa, como Solista no Ballet Gulbenkian – onde foi promovido a primeiro
bailarino, e onde trabalhou com Mats Ek, Jiri Kylian, Hans Van Manem, Orad Naharin, Itzik
Galili, Vasco Wallenkcamp, Olga Roriz, Paul Taylor, Christopher Bruce, Nacho Duato entre
outros. Foi Cofundador, Diretor Artístico e Coreógrafo do Lisboa Ballet Contemporâneo onde
coreografou “Uma Noite com Ella Fitzgerald”, “Callas”, “Mermurio”, “Onigen”, “Casa de
Bernarda Alba” e “Mar”, interpretada em concerto ao vivo pelo grupo Madredeus.
Coreografou também para o Teatro D. Maria I, O Bando e Teatro Experimental do Porto.
Coreografou para o Ballet Gulbenkian, Companhia de Bailado Contemporâneo,
Companhia de Dança de Almada, Companhia de Dança de Évora, para o Conservatório
Nacional, Escola Superior de Dança, Academia de Dança Clássica Pirmin Treku,
Stadttheater Hildesheim, Ópera de Berlim (Alemanha) e Companhia Nacional de Bailado.
Participou em Galas Internacionais em São Pantaleo, Madrid, Sevilha e Miami. Os seus
bailados foram dançados em Espanha, Itália, Alemanha, E.U.A., Cuba, Brasil, Grécia e
Polónia. Destaca o pas de deux “Povo que lavas no rio”, com a presença e voz de Amália
Rodrigues, na Mãe D'Água, Lisboa (1997), e o solo para “A Dança Árabe”, de
Tchaikovsky, acompanhado ao piano por Maria João Pires. Entre os vários prémios que
recebeu sobressaem “Jovens na Criatividade” da ONU (1993), tornando-se Embaixador
da Boa Vontade da organização; prémio de carreira atribuído pela Associação Primo-
Canto (2002); prémio de carreira atribuído pela Câmara Municipal de Oeiras e Revista
Dança (2009); prémio pelo projecto coreográfico “Ciranda”, atribuído pela Câmara
Municipal de Oeiras (2010).
O seus últimos trabalhos coreográficos foram “Edver” para a Companhia Portuguesa de
Bailado Contemporâneo e a participação conjunta com outros coreógrafos em “Uma
Coisa em Forma de Assim” para a Companhia Nacional de Bailado (2011).
CATARINA CÂMARA/FELIX LOZANO
CATARINA CÂMARA Nasceu em Lisboa em 1975. Licenciou-se em Direito pela Universidade Clássica de Lisboa em Dança pela Escola
Superior de Dança de Lisboa. Trabalha como intérprete na Companhia de Dança Contemporânea Olga Roriz desde 2001. Paralelamente, lecciona aulas de dança-teatro e movimento para actores. Fez também assistências coreográficas, movimento para teatro e duas co-criações: “De Duas Uma” (2004) e “Rosa de Papel” (2006). Em 2009 estreou o seu primeiro solo “A Cabra Sou Eu” (2009) no ciclo Box Nova do Centro Cultural de Belém.
Superior de Dança de Lisboa. Trabalha como intérprete na Companhia de Dança Contemporânea Olga Roriz desde 2001. Paralelamente, lecciona aulas de dança-teatro e movimento para actores. Fez também assistências coreográficas, movimento para teatro e duas co-criações: “De Duas Uma” (2004) e “Rosa de Papel” (2006). Em 2009 estreou o seu primeiro solo “A Cabra Sou Eu” (2009) no ciclo Box Nova do Centro Cultural de Belém. FELIX LOZANO Nasceu em Madrid (Espanha) em 1970. Começou os seus estudos de dança em Madrid com Carmen Werner. A sua formação vai desde as artes marciais até à interpretação, passando por várias técnicas de dança moderna e dança contemporânea. Com uma aproximação cada vez mais forte ao teatro como colaborador, orientador de movimento e mesmo como intérprete. Foi
membro da Companhia Provisional Danza (Madrid) de Carmen Werner de 1986 a 1993. Em 1994 vem para Lisboa, e desde então trabalhou com vários coreógrafos e encenadores portugueses e estrangeiros. Foi intérprete da Companhia Clara Andermatt entre 1994 e 2000, tendo participado em todas as criações. Em projectos/criações pontuais interpretou coreografias de Paulo Ribeiro, Sofia Neuphart, Ludgar Lamers, Olga Roriz, Francisco Camacho, Jean-Paul Bucchieri, Né Barros, Pedro Ramos, Sofia Belchior, etc... interpretou peças de vários encenadores entre os quais destaca: Cláudio Hochman, Miguel Moreira, António Feio, Adriano Luz, Lúcia Sigalho (Sensurround Companhia de Teatro), Pim Teatro, Susana Vidal. Coreografou para eventos organizados por companhias de teatro como O Bando, O Olho, e para peças de Cláudio Hochman (Teatro da Trindade), Jorge Fraga, Miguel Moreira e Bibi Gomes (O Bando), e fez assistência de movimento nas peças de teatro de João Lobo, Miguel Moreira (O Útero), Luís Mourão, Lúcia Sigalho, Bica Teatro, Teatro do Mar. Fez coreografia e assistência de coreografia a Clara Andermatt em “Nha Fala”, um filme de Flora Gomes, coreografou para o filme A Alma do Mundo, de Ana Estácio, e colaborou com Luís Galvão Teles no filme Tudo isto é Fado. Dá aulas de movimento teatral e movimento contemporaneo no espaço "SOU associação cultural" onde é membro fundador e dirige o Festival "AoGosto" producido pelo mesmo espaço.
membro da Companhia Provisional Danza (Madrid) de Carmen Werner de 1986 a 1993. Em 1994 vem para Lisboa, e desde então trabalhou com vários coreógrafos e encenadores portugueses e estrangeiros. Foi intérprete da Companhia Clara Andermatt entre 1994 e 2000, tendo participado em todas as criações. Em projectos/criações pontuais interpretou coreografias de Paulo Ribeiro, Sofia Neuphart, Ludgar Lamers, Olga Roriz, Francisco Camacho, Jean-Paul Bucchieri, Né Barros, Pedro Ramos, Sofia Belchior, etc... interpretou peças de vários encenadores entre os quais destaca: Cláudio Hochman, Miguel Moreira, António Feio, Adriano Luz, Lúcia Sigalho (Sensurround Companhia de Teatro), Pim Teatro, Susana Vidal. Coreografou para eventos organizados por companhias de teatro como O Bando, O Olho, e para peças de Cláudio Hochman (Teatro da Trindade), Jorge Fraga, Miguel Moreira e Bibi Gomes (O Bando), e fez assistência de movimento nas peças de teatro de João Lobo, Miguel Moreira (O Útero), Luís Mourão, Lúcia Sigalho, Bica Teatro, Teatro do Mar. Fez coreografia e assistência de coreografia a Clara Andermatt em “Nha Fala”, um filme de Flora Gomes, coreografou para o filme A Alma do Mundo, de Ana Estácio, e colaborou com Luís Galvão Teles no filme Tudo isto é Fado. Dá aulas de movimento teatral e movimento contemporaneo no espaço "SOU associação cultural" onde é membro fundador e dirige o Festival "AoGosto" producido pelo mesmo espaço.
Subscrever:
Mensagens (Atom)