quarta-feira, 4 de maio de 2011

COMPANHIA OLGA RORIZ

A Companhia Olga Roriz (COR), fundada em 1995 com o apoio financeiro do Ministério da Cultura e dirigida pela coreógrafa Olga Roriz, tem sido ao longo destes 15 anos uma referência de qualidade profissional e artística no panorama nacional e internacional da dança contemporânea portuguesa.

Foto: Rodrigo de Sousa
A COR caracteriza-se e diferencia-se pelo facto de ser uma companhia de autor que criou uma vasta obra com um perfil e estilo próprios.
Todas as produções são o resultado de um intenso processo criativo, de investigação, partilha e reflexão. A inspiração e recorrência a instrumentos do universo teatral, literário, cinematográfico e a todo o imaginário criativo dos seus intérpretes, conferem a identidade da COR, consolidando a riqueza da sua linguagem, fortemente teatral e de apurado sentido dramatúrgico e estético.
Em Outubro de 2010 inaugura o seu novo espaço de trabalho. Situado na zona nobre da Baixa Pombalina, o Estúdio da Companhia Olga Roriz pretende ser um dinâmico lugar de pesquisa, encontro e cruzamento de profissionais, estudantes e públicos das artes do espectáculo
A COR tem servido de campo de pesquisa, experimentação e desenvolvimento do método da coreógrafa. Nela converge força intelectual, criativa e interpretativa.

Peças produzidas:
1995: INTRODUÇÃO AO PRINCÍPIO DAS COISAS II; FINIS TERRA II
1996: PROPRIEDADE PRIVADA; CENAS DE CAÇA II
1997: START AND STOP AGAIN
1998: ANJOS, ARCANJOS, SERAFINS, QUERUBINS... E POTESTADES; PROPRIEDADE PÚBLICA
2000: OS OLHOS DE GULAY CABBAR
2001: CÓDIGO MD8
2002: NÃO DESTRUAM OS MAL-ME-QUERES
2003: JUMP-UP-AND-KISS-ME
2004: JARDIM DE INVERNO II; CONFIDENCIAL
2005: FELICITAÇÕES MADAME I, II; O AMOR AO CANTO DO BAR VESTIDO DE NEGRO
2006: FELICITAÇÕES MADAME III; DAQUI EM DIANTE; FELICITAÇÕES MADAME (filme)
2007: PARAÍSO; A SESTA (filme)
2008: INFERNO
2009: NORTADA; INTERIORES (filme)
2010: ELECTRA
2011: A SAGRAÇÃO DA PRIMAVERA

Foto:Rodrigo de Sousa

COMPANHIA PORTUGUESA DE BAILADO CONTEMPORÂNEO













A Companhia Portuguesa de Bailado Contemporâneo (CPBC) foi fundada em 1998 por Vasco
Wellenkamp e por Graça Barroso como companhia de repertório original e tendo como princípio gerador a constituição de um espaço para a criação contemporânea.


Convidada a estrear-se no “Festival de Niterói”, no Brasil, onde integrou as Comemorações dos 500 anos dos Descobrimentos, a CPBC fez o seu primeiro espectáculo em Portugal na Expo98 e foi reconhecida oficialmente em Janeiro de 1999, obtendo o apoio do Ministério da Cultura, da Câmara Municipal de Lisboa e da Câmara Municipal de Cascais.



O repertório da CPBC, criado por Vasco Wellenkamp e por outros coreógrafos convidados — Nils Christe, Rui Lopes Graça, Gagik Ismailian, Henri Oguike, Rita Judas, Nathalie Bard, Tíndaro Silvano, David Fielding, Rami Levi, Darshan Singh Buhller, Ronald Malzer, Jan Linkens, Benvindo Fonseca, Barbara Griggi, Pedro Goucha Gomes, Cláudia Nóvoa, Patrick Delcroix, Clara Andermatt, Denise Namura e Michael Bugdahn — em colaboração com artistas de diversas áreas e com um grupo de bailarinos de grande qualidade técnica e artística, construiu, ao longo dos últimos dez anos, uma identidade que é hoje reconhecida nacional e internacionalmente pelos públicos e pela critica de dança contemporânea.


Para além dos espectáculos que realiza em Lisboa, Cascais e Área Metropolitana de Lisboa, a
companhia apresenta-se com regularidade anual em todo o país e é convidada a fazer parte da programação de vários teatros internacionais:


No Brasil, apresentou-se no “Festival de Niterói” (1999), no “Festival Internacional do Rio de
Janeiro” (2000), e no Teatro Guaíra, em Curitiba (2002).


Em Itália, esteve no “Festival de Villa Massima”, em Roma, no Anfiteatro Romano de Terni, no Teatro dei Grandi Fiumi, em Rovigo (2003), no Teatro Metropolitan de Palermo, no Teatro Salieri, em Legnago, no Teatro Morlacchi, em Perugia, no Teatro Toniolo, em Mestre (2005), no Teatro Comunale Francesco Cilea, na Reggio Calabria, no Auditorio Conciliazione, em Roma, e no Teatro Verdi, em Pádova (2007).


Em Espanha, participou no Festival “Madrid en Danza 2002” e na Gala de Inauguração do “Festival de Madrid” (2003) e actuou no Teatro Principal, em Valência, no Palau Altea - Centre dʼArts, em Altea (2002), e no Centro Cultural de la Villa, em Madrid (2006 e 2010). Para o Teatro Calderón, em Valladolid (2003), co-produziu e apresentou, em estreia mundial, a obra “A lua vai pelo céu com um rapaz pela mão” de Vasco Wellenkamp sobre poemas de Federico Garcia Lorca.



Em Viena de Áustria, participou na Gala do Otr-Osterreischish Tanzrat com o bailado “Relação” de Ronald Malzer (2004).



Na Alemanha, a companhia esteve no Tanztheatre, em Osnabrück (2002), e levou a produção
“Amaramália” ao Theater Im Pfalzbau, em Ludwigshafen, ao Teo Otto Theather, em Remscheid, e ao Burghof Lörrach, em Lörrach (2006).


No Luxemburgo, actuou no Théâtre de la Ville (2006).


Nos Estados Unidos da América, a companhia dançou “Amaramália” no Joyce Theater, em Nova Iorque (2004), no Whitman Theater, em Brooklyn, no Pepsico Theather, em Purchase, e no Zeiterion Theather, em New Bedford (2005). Em 2007, a CPBC foi convidada a apresentar-se novamente no Joyce Theater.


Em Israel, apresentou-se no “Festival de Telavive” no Suzanne Dellal Centre For Dance and Theatre, em Telavive (2007).


Em Maio de 2011, a CPBC apresentou-se no XXII Festival das Artes de Macau.



Paralelamente à sua programação regular e em colaboração com a Câmara Municipal de Cascais e com a Área Metropolitana de Lisboa, a companhia desenvolve um programa pedagógico que inclui a criação de obras especialmente concebidas para crianças, a apresentação de espectáculos e colóquios nas escolas e a realização de workshops de movimento. ~



Foto: Rodrigo César





























VASCO WELLENKAMP
Direcção Artística

Vasco Wellenkamp iniciou os estudos de bailado em 1961 com Margarida de Abreu e Fernando Lima, no Grupo Verde Gaio. Em 1968, ingressou no Ballet Gulbenkian. De 1973 a 1975, foi bolseiro do Ministério da Educação em Nova Iorque, na Escola de Dança Contemporânea de Martha Graham, onde se formou em Dança Moderna. Ainda em Nova Iorque, frequentou o curso de composição coreográfica de Merce Cunningham e trabalhou com Valentina Pereyslavec no American Ballet Theatre. Em 1978, como bolseiro da Fundação Gulbenkian, frequentou o curso para coreógrafos e compositores da Universidade de Surrey, em Inglaterra. De 1977 a 1996, desempenhou as funções de Coreógrafo Residente, Coreógrafo Principal, Professor de Dança Moderna e Ensaiador do Ballet Gulbenkian, para o qual coreografou mais de 40 obras. Em 1975, foi nomeado Professor de Dança Moderna da Escola de Dança do Conservatório Nacional e, em 1983, Professor Coordenador da Escola Superior de Dança de Lisboa, da qual foi Presidente do Conselho Científico. Vasco Wellenkamp tem sido convidado por várias companhias estrangeiras a criar novas obras coreográficas: no Brasil, coreografou para o Ballet do Teatro Municipal de São Paulo, o Ballet de Niterói, a CIA Cisne Negro e o Ballet Guaíra, na Argentina, coreografou para o Ballet Contemporâneo do Teatro San Martin, na Inglaterra, para o Extemporary Dance Theater, o Dance Theater Comune e a Companhia Focus On, na Suíça, para o Ballet du Grand Theatre de Gèneve, em Itália, para o Balleto di Toscana e, na Croácia, para a Companhia de Bailado do Teatro de Zagreb, entre outras. Em Janeiro de 1999, criou a Companhia Portuguesa de Bailado Contemporâneo. De Outubro de 2007 a Outubro de 2010, assumiu a Direcção Artística da Companhia Nacional de Bailado e do Teatro Camões. Foi Director Artístico do Festival de Sintra de 2003 a 2007. Em Novembro de 2010 retomou o cargo de Director Artístico da Companhia Portuguesa de Bailado Contemporâneo.
Vasco Wellenkamp recebeu por duas vezes o Prémio de Imprensa (1974 e 1981). Foram-lhe ainda atribuídos os Prémios do Semanário Sete (1982), da Revista Nova Gente (1985 e 1987) e da Rádio Antena 1 (1982). Em 1996, foi galardoado com a medalha de ouro e o prémio para o melhor coreógrafo, no II Concurso Internacional de Dança do Japão, com a obra A Voz e a Paixão. Em 1993, a 10 de Junho, dia de Portugal de Camões e das Comunidades Portuguesas, foi condecorado com o grau de Comendador da Ordem do Infante D. Henrique, por sua Excelência o Senhor Presidente da República, Dr. Mário Soares por “Serviços Relevantes a Portugal, no País e no Estrangeiro”.


AMARAMÁLIA
excertos

Coreografia Vasco Wellenkamp
Música Música Original de Carlos Zíngaro e Fados de AmáliaRodrigues
Figurinos Liliana Mendonça
Luzes Orlando Worm
Intérpretes Meu Amor — Cláudia Sampaio e Fábio Pinheiro
Barco Negro — Patrícia Henriques e Gustavo Oliveira

Na Gala CrescerSer a CPBC irá apresentar dois excertos do bailado Amaramália. Trata-se de dois duetos: Meu Amor, Meu Amor a partir do fado com letra de José Carlos Ary dos Santos e música de Alain Oulman e Barco Negro a partir do fado de Caco-Velho e Piratini com letra de David Mourão Ferreira.

Mestre do Sentimento português

“Amaramália” começa com um conjunto de pares distribuídos por uma espécie de salão de baile saído de um tempo de neblinas. A atmosfera criada por essa primeira imagem remete desde logo para um encontro dos dois princípios fundadores do mundo, o feminino e o masculino. (...). Fiel a uma poética profundamente lírica, Wellenkamp coloca os pares numa linha dramática fluida, que se quebra em descontinuidades sensíveis, como pontos de fractura numa eterna história de amor. «Meu amor, meu corpo em movimento»: entre dois corpos existe um hiato, um tempo de tensões e de desejos, uma vida inscrita num tempo datado. Um tempo que se esboroa nos corpos que envelhecem. Em palco representam-se os encontros dos corpos, levados ao paroxismo por arrebatamentos que quebram as uniões, que transferem as linhas do desejo para os exercícios do poder. Há também silêncios rasgados por gritos colectivos. Vasco Wellenkamp revela o tempo da história de Portugal nos últimos 50 anos, esse tempo plasmado também nas canções de Amália, aqui musicalmente unificadas por Carlos Zíngaro. Imerso num ambiente não exactamente nocturno, mas antes numa atmosfera de penumbras, o espectador descobre a dança no lugar entre a sombra e a luz. Na verdade, Wellenkamp opera magistralmente nesta região; ou seja, a sua escrita coreográfica é inovadora, não por subverter ou transgredir os códigos da dança teatral — o que não faz —, mas sim por esculpir o movimento e os corpos na fronteira entre a sombra e a luz, entre o silêncio e o som. É nesta região ampla que ele explora os planos dramáticos das frases coreográficas, desde o nível do solo às zonas aéreas do palco. Esta nova versão do bailado «Amaramália» é a síntese de três diferentes coreografias que, entre 1990 e 1994, o coreógrafo foi convidado a criar para três importantes Companhias Europeias de Dança (Ballet du Grand Theatre de Genève, Ballet Nacional da Croácia e Ballet Gulbenkian). «Amaramália» é assim o corolário adequado para a CPBC dirigida por Wellenkamp e por Graça Barroso. Treze intérpretes dão corpo a esta síntese magnífica, que expõe à sua maneira uma retórica portuguesa original. Wellenkamp tem uma maneira de trabalhar e de compor marcada por uma autenticidade que não pode ser ignorada. Na verdade, mestre na construção de conjunto, o coreógrafo não se rendeu à mera ilustração das canções de Amália, mas usou-as como substância da sua própria poética. O resultado projecta o fado português, ecoa no coração do espectador e transporta o aroma de Lisboa a outros lugares do mundo.
Daniel Tércio, 06/04/2005


CPBC Direcção Artística: Vasco Welenkamp e Graça Barroso; Assistente de Direcção: Liliana Mendonça; Ensaiadoras: Susana Lima, Cláudia Sampaio; Bailarinos: Emílio Cervelló, Raquel Dias, Patrícia Henriques, Susana Lima, Ricardo Freire, Liliana Mendonça, Ana Rocha Néné, Gustavo Oliveira, Fábio Pinheiro, Rita Reis, Isadora Ribeiro, Jose Román, Guzmán Rosado, Cláudia Sampaio; Professores Convidados: Jan Linkens, Pascale Mosselmans, Gagik Ismailian; Pianista Convidada: Mercedes Cabanach; Produção: Tatiana Guedes; Departamento Financeiro: Margarida Casa Nova; Imagem: Ana Natividade; Direcção de Cena: Tatiana Guedes; Técnico Responsável: Henrique Martins; Técnica de Luz: Galina Lukianovich; Guarda-roupa: Amália Rodrigues

FICHA TÉCNICA

Direcção Artística
Vasco Wellenkamp
Graça Barroso

Assistente da Direcção Artística
Liliana Mendonça

Ensaiadoras
Susana Lima
Cláudia Sampaio


Bailarinos
Emílio Cervelló
Raquel Dias
Ricardo Freire
Patrícia Henriques
Susana Lima
Liliana Mendonça
Ana Rocha Néné
Gustavo Oliveira
Fábio Pinheiro
Rita Reis
Isadora Ribeiro
Guzmán Rosado
Cláudia Sampaio

Professores Convidados
Jan Linkens
Pascale Mosselmans
Gagik Ismailian

Pianistas Convidados
Mercedes Cabanach

Produção
Tatiana Guedes

Departamento Financeiro
Margarida Casa Nova

Imagem
Ana Natividade

Direcção de Cena
Tatiana Guedes

Técnico Responsável
Henrique Martins

Técnica de Luz
Galina Lukianovich

Guarda-roupa
Amália Rodrigues

CONTACTOS

Rua do Açúcar, 31-35
1950-006 Lisboa
t. +351 21 394 04 60
t. +351 21 394 10 10
fax +351 395 14 28
geral@cpbc.pt
www.cpbc.pt

QUORUM BALLET



O Quorum Ballet é uma companhia de dança contemporânea de repertório que apresenta sensíveis
diferenças e um elevado nível de exigência e qualidade nos seus espectáculos. Fundada pelo
coreografo e bailarino Daniel Cardoso, sem qualquer subsídio nos primeiros 3 anos, conseguiu
atingir o objectivo de criar uma companhia de repertório de dança contemporânea em Portugal. A
estrutura é presentemente subsidiada pelo Ministério da Cultura e a Direcção Geral das Artes, e
sediada nos Recreios da Amadora com o apoio da Camara Municipal da Amadora, local onde
mantêm também a Academia de Dança Quorum em parceria com a associação sem fins lucrativos
AQK Associação Quorum Cultural com aulas abertas a crianças, jovens e adultos.
O Quorum Ballet tem apresentado os seus trabalhos em inúmeras cidades a nível Nacional,
Internacionalmente, a Companhia apresentou o seu trabalho na Dinamarca, USA / Nova Iorque,
Polónia, Singapura, Macau, Xangai, Espanha e Chipre. A reacção da imprensa a nível internacional
tem sido muito positiva tendo até considerado o Quorum Ballet uma companhia de dança de “seis
estrelas”.
Em 2009 o Quorum Ballet recebeu o premio de melhor companhia de Dança contemporânea na
primeira edição dos Portugal Dance Awards









KAMU SUNA BALLET COMPANY


Com sede em Lisboa, a Kamu Suna Ballet Company foi fundada em 2006 por César Augusto Moniz, seu Director Artístico e Coreógrafo, após a extinção do Ballet Gulbenkian, onde foi Primeiro Bailarino. “Decidi fundar esta companhia com o objectivo de não deixar que se perca o legado cultural do Ballet Gulbenkian, dando-lhe continuação através do trabalho da nossa companhia.” A experiência adquirida durante os seus vinte anos de carreira internacional na Compañia Nacional de Danza ( Nacho Duato – Madrid ), Ballet Gulbenkian ( Lisboa ), assim como o seu trabalho como Coreógrafo e Professor em países tais como Holanda, Brasil, Alemanha, República Checa, India, Brasil, Espanha e Japão, permitiu-lhe formar uma Companhia onde o seu talento se manifesta, com o desejo de contribuir positivamente para o mundo das artes em Portugal e no estrangeiro.
Esta Companhia de Dança Contemporânea do séc. XXI irrompe de raízes ancestrais para unificar a multiplicidade de linguagens de expressão, fortemente inspiradas no reencontro do Oriente com o Ocidente. A nova proposta artística aposta num processo criativo que parte da experimentação do movimento original, fazendo emergir um novo vocabulário corporal e anímico na dança.
Os espectáculos respiram e revelam-se a partir das várias formas de arte como a escultura, o teatro, a dança, a ópera, a pintura, a poesia… A dimensão de representação atravessa o tempo e o espaço como paisagem que religa o corpo ao espírito. Num diálogo entre movimento, música e imagens visuais, a Companhia desenha-se livre de preconceitos, diferente e igual a si própria, a caminho de uma nova concepção do Mundo.
A companhia tem feito tournées por Portugal inteiro, Luxemburgo (no âmbito da presidência da república), Holanda e Japão, onde alcançou enorme sucesso, num projecto de intercâmbio cultural entre os dois países criados por César Augusto Moniz, que deu origem a uma reportagem televisiva para a FOX LIFE.
Em 2009 a Kamu Suna Ballet Company foi convidada pela UNESCO para a noite de encerramento das celebrações do Ano Internacional do Planeta Terra, com “Love the Earth/Amar a Terra”, para representantes de 80 países. Vivido o sucesso da sua primeira colaboração, que deixou o público fascinado, a Kamu Suna volta a ser convidada para participar nos eventos da UNESCO em 2011/2012, desta vez, em Nova Iorque, Rio de Janeiro, Paris e Luanda.
Devido ao seu trabalho de grande qualidade, a Kamu Suna Ballet Company é actualmente a única Companhia de Dança convidada aparticipar nos eventos internacionais da UNESCO.


TOK’ART


A TOK’ART iniciou a sua actividade em 2006 com a propósito de se tornar uma estrutura permanente de criação e produção na área da dança contemporânea e das artes performativas. Em Abril de 2007 estreou a sua primeira criação – “Como é bom tocar-te” – em co-produção com o Centro Cultural do Cartaxo e com a EGEAC, que foi apresentada também em Lisboa – no Cinema São Jorge – espectáculo que mereceu o aplauso da crítica, no Teatro Municipal de Bragança e no programa Junho das Artes no Município de Óbidos.
Em Novembro de 2007 os artistas associados da TOK’ART constituíram a associação cultural – Cabeça nas Nuvens – para enquadrar jurídica e institucionalmente a sua actividade e conferir maior estabilidade ao seu funcionamento.
Em Fevereiro de 2008 a TOK’ART celebrou um protocolo com o Município do Cartaxo para desenvolver projectos educativos na área da dança e das artes performativas junto da população do Cartaxo.
No âmbito deste protocolo a TOK’ART estreou, em 2008, no Centro Cultural do Cartaxo a criação “Cinderella” que foi apresentada em 2009 também no Teatro Municipal de Bragança.
Em Fevereiro de 2009 o protocolo com o Município do Cartaxo foi ampliado, conferindo à TOK’ART o estatuto de plataforma de criação residente e prevendo a apresentação de três produções anuais no Centro Cultural do Cartaxo, uma das quais envolvendo a comunidade local, e o aprofundamento do projecto educativo.
Em Maio de 2009 a TOK’ART estreou “EK-STATICALLY”, um tríptico constituído pelas peças “The Who and The What”, “Lake”, “Made in Time” – criações contemporâneas em torno das reflexões de Jean-Luc Nancy sobre o “corpo” – , que foi apresentado também em 2009 no Centro de Artes e Espectáculos de Viseu ,.
“Lake”, solo apresentado a 15 de Março de 2009 no âmbito do 13º International Solo-Tanz-Theater Festival – em Estugarda e com o qual a bailarina Teresa Alves da Silva conquistou o 1º prémio como intérprete e André Mesquita obteve o 3º prémio como coreógrafo, foi apresentado também nesse ano em Tenerife, no Extension 14 Masdanza Tenerife, em Atenas, no International Dance Festival, em Estugarda, no Treffpunkt Tanz Festival, em Karlsruhe, no Kulturverein, em Augsburg, na Kulturhaus Augsburg e em Regensburg, na Die Werkstatt Konstanz Regensburger.
Em Dezembro do mesmo ano a TOK´ART estreou “ Work”, peça que foi apresentada em conjunto com o dueto “Landscape With Figures “ e com o solo “Lake” no Centro Cultural do Cartaxo .
Em Abril de 2010, Vasco Wellenkamp, então Director Artístico da Companhia Nacional de Bailado, convidou a TOK’ART para apresentar uma nova criação na V Gala Internacional de Bailado que se realizou no Teatro Camões, em Lisboa, no âmbito das comemorações do Dia Mundial da Dança. Em resposta a esse desafio o coreógrafo André Mesquita apresentou “MILK”, um dueto criado para Teresa Alves da Silva e Guzmán Rosado.
Em Junho, a convite do Summer Contemporary Dance Fórum Lublin, a TOK’ART deslocou-se a esta cidade polaca para apresentar o programa Landscape with Figures / Lake / Work.
Em Setembro a TOK’ART estreou no Centro Cultural do Cartaxo duas peças – ”Padrão “ com coreografia de Shumpei Nemoto (artista convidado e bailarino residente do Cullberg Ballet), “ Suggestions for Walking Alone” e apresentou novamente a obra “MILK”, coreografias de André Mesquita.
A 30 de Setembro , 1 e 2 de Outubro a convite do director artístico Mark Deputter o colectivo TOK’ART apresentou no Teatro Maria Matos o programa Landscape with Figures / Lake / Work.

A 1 de Abril de 2011 co-produziu com o Centro Cultural do Cartaxo as peças – “Every.Body.Hunts” de Sylvia Rijmer e “ Vertical” de André Mesquita.

No mesmo mês participou no “ Ramallah Contemporary Dance Festival-Palestine”, com o programa Milk / Lake / Made In Time” e no Festival “Cadiz em Danza” com a peça Lake.

Milk from Tok'Art Lisboa on Vimeo.